terça-feira, 18 de março de 2014

Correção Segundo capítulos 5ª série


Capítulo 2 - Atividades 30-31

1)
a- XV
b- IaC.
c- XX
d- IV aC.
e- XVII
f- XXI
g- III
h- II aC.
i- IV
j- XX
k- V aC.
l- XI

Ordem cronológica na linha do tempo: 401 aC., 400 aC.; 206. 1001. 1789; 1999; 2000; 2011.

2) As afirmativas incorretas são: a,b,c,e,i. Correção a) O ano 2012 faz parte da segunda década do século XXI; b) O século XX começou no ano 1901; c)O ano de 1800 pertence ao século XVIII e ano 1801 ao século XIX; e) O terceiro milênio d.C. começou no ano 2001; i) O calendário judaico é mais antigo que ao calendário cristão.


3) O calendário muçulmano tem como marco inicial a imigração do profeta Maomé de Meca para Medica, fato conhecido como Hégira. O calendário judaico tem como evento inicial a criação do mundo cristão que marcam acontecimentos depois do nascimento de Cristo.


4) a- O marco inicial da história, segundo essa periodização, é a invenção da escrita.
b- Na idade Contemporânea.
c) A periodização clássica é criticada por vários historiadores por não expressar a história da maior parte das sociedades humanas. Ela leva em consideração os fatos relevantes para o desenvolvimento histórico da Europa Ocidental, além de valorizar os acontecimentos políticos.
d) Pré história, segundo essa divisão, corresponde ao período do desenvolvimento da sociedade  humana anterior à invenção da escrita . Muitos historiadores questionaram essa classificação porque ela se baseia na ideia de que os povos sem escrita não tem história. De acordo com essa divisão a única fonte digna de de valor são os documentos escritos. Essa visão baseia-se em uma visão preconceituosa, que desconsidera  a importância dos testemunhos não escritos no trabalho do historiador.

5) Todo o fato histórico está relacionado a um lugar e a uma data; por isso, o tempo e o espaço são fundamentais no trabalho do historiadora. A divisão da história em períodos tem uma função didática, pois permite que a cronologia adota e o passado que está sendo estudado sejam bem mais compreendidos.

6) a- Porque o mar tem movimento contínuo , que nunca cessa. Esse movimento tem um ritmo próprio e não pode ser controlado pelo ser humano.
b- Não, pois o ser humano, como sujeito histórico, também é agente de muitas mudanças. Por exemplo, o plantio e a derrubada de uma árvore, a construção de uma estrada ou de um edifício são ações humanas que geram mudança na paisagem natural.
c- Ainda que a concepção de vida de uma pessoa ou de um povo permanece por vários anos não se pode confundir a permanência com a ausência de mudança.
d- Resposta pessoal.

7) a- A quarta dimensão, segundo o texto, é o tempo, é um modo de encarar o tempo. ela difere das 3 primeiras dimensões, que são os planos do espaço, porque as pessoas não podem se locomover no tempo, diferentemente do espaço, onde podemos andar de um lado para o outro, em todas as direções.
b- Porque, com esse tipo de máquina verificava os fatos no momento que estavam ocorrendo.

8) Nas corridas de automóveis utilizam-se as horas, os minutos, os segundos e medidas de tempo menores ainda, como décimos, centésimos e milésimos de segundo. O tema dessa manchete de jornal, a conquista do tricampeonato pelo piloto Ayrton Senna, está relacionada a um evento de data definida, ocorrido em 20 de outubro de 1991.

9) a- século XV.
b- Um calendário agrícola, que mostra os trabalhos agrícolas durante doze meses do ano. Esse calendário foi feito com base nas variações da natureza.
c) Cada mês representa um trabalho agrícola específico.
d) Resposta pessoal.



domingo, 16 de março de 2014

Resposta das atividades para as 5ª série

Correção das páginas 18-19

1) As fontes 1,3 e 5 são escritas, e as fontes 2,4 e 6 são não escritas.

2) Estudando sua cultura material, ou seja, os objetos produzidos por aquela sociedade ou, quando possível colhendo depoimentos de pessoas dessa sociedade . Por exemplo podemos investigar a vida dos povos indígenas do Brasil.

3) O patrimônio familiar pertence ao membro de uma família ou a ela inteira e é, sobretudo, um bem particular. O objeto pode valer muito por ser antigo e estar muito tempo nas mãos de uma família.

4) Resposta pessaol

5) Tudo pode virar uma fonte histórica, documentos, como certidão de nascimento, documento de identidade até mesmo o caderno escolar.

6) a- Os Homens
b- Todos objetos fabricados pelo homem, o que escreveu ou o que falou, tudo que produziu ou tocou.
c- A história tem como objetivo estudar a vida dos homens, de diferentes tempos, lugares e camadas sociais, e não somente a de grandes personagens famosos. Ela se interessa pelo homem na medida em que ele se organiza socialmente.

7) O livro didático como qualquer outro livro pode ser considerado uma fonte histórica. Isso porque ele é um registro produzido por uma sociedade.

8) Resposta pessoal

9) a- Pintura, fonte iconográfica.
1823
 Museu Castro Maya.
b- Os personagens representados na imagem são africanos escravizados e seus descendentes. Eles estão descalços, alguns usam apenas calças velhas e arregaçadas até o joelho, e outros usam roupas coloridas especialmente o personagem central que usa um vestido vermelho. Alguns desses escravos recebem pelo seu trabalho é possível ver pelo tabuleiro que carregam,
c- Sim, pois ela traz várias informações sobre a época em que foi produzida, o artista que a produziu e a cena que buscou retratar.
d- Resposta pessoal.



segunda-feira, 10 de março de 2014

Correção do Cap. I páginas 28-29

Atividades

1) São desse período importantes invenções e desenvolvimentos técnicos, como: o processo Bessemer de produção de aço, que consistia na injeção de ar frio no ferro fundido, o dínamo, aparelho que produz energia elétrica, os motores de combustão interna, os telégrafos e o telefone. Essas intervenções fizeram melhorias na produção de algumas mercadorias.

2) A partir da segunda metade do século XIX, as nações industrializadas sofreram uma crise de superprodução de mercadoria. Os preços caíram muito e,  para minimizar o prejuízo, os industriais buscaram novos mercado para seus produtos, principalmente na África  e na Ásia. A expansão capitalista desse período também tinha por objetivo a busca de matérias primas, com o mínimo de custo possível. Além disso o imperialismo motivou disputas entre essas nações por áreas de influência e serviu de propaganda política e ideológica que justificava a existência desses impérios.

3) Objetivos: Evitar conflitos entre as potências europeias. Regularizar o comércio na bacia de rios africanos importantes, como o Rio do Congo. Estabelecer regras para a ocupação da África. Civilizar e evangelizar os povos africanos.
Consequência: Acirramento das rivalidades entre as nações industrializadas. Criação de fronteiras artificiais entre os países africanos. Conflitos entre africanos e colonizadores. Esgotamento de recursos naturais.

4) a- Colonização portuguesa.
b- Colonização francesa.
c- Colonização portuguesa.
d- Colonização francesa.
e- Colonização britânica.

5) Os colonizadores europeus puseram fim à soberania de muitos Estados africanos, repreenderam manifestações culturais e religiosas tradicionais, confiscaram terras e, assim, provocaram violentas revoltas locais dos povos africanos. Podemos citar Maji Maji e Ashanti.

6) a- Porque, segundo se acreditava no período, os negros não eram civilizados. Servindo ao homem branco, eles poderiam adquirir a cultura e os hábitos dos brancos e esquecer sue velhos costumes.

b- Uma das justificativas utilizados para explicar o domínio imperialista era a pretensa missão civilizatória ou fardo do homem branco. De acordo com essa ideia, o homem branco tinha a missão de levar seus valores, sua tecnologia e seus hábitos aos povos que eram considerados atrasados, inferiores e bárbaros.

c- Atividade artística.

7) a- A charge representa a Grã-Bretanha, a Alemanha, A Rússia, a França e o Japão partilhando simbolicamente a China entre si.
b- A China foi representada como um ser antropomorfo, quase um monstro, que aponta suas garras para as nações industrializadas. Em geral, essas figuras do imaginário popular caracterizam-se principalmente por serem dotadas de pouca inteligência e sensibilidade e por serem altamente agressivas.
 c- A charge relaciona-se ao capítulo porque representa a assinatura de tratados desiguais, assinados entre as potências estrangeiras e os chineses. Esses tratados previam a concessão de benefícios aos estrangeiros, como e isenções fiscais e acesso irrestrito aos portos, assim como estabeleciam o uso livre das terras. Em caso de desobediência, previam pagamentos de multas.
d- Os chineses se rebelaram contra o domínio estrangeiro e empreenderam uma série de manifestações de repúdio. Uma das mais importantes gerou um levante conhecido como a Guerra dos Boxers. Os boxers eram camponeses pobres que sofriam como o pagamentos de pesados impostos e com a crise econômica causada pela queda da produtividade da lavoura decorrentes de problemas climáticos. Os revoltosos reivindicaram a soberania chinesa e chegaram a ocupar diversas embaixadas estrangeiras. Em retaliação, o governo chinês foi obrigado a assinar uma série de acordos comerciais.
e- individual.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Para as 8ª séries vespertino A segunda Revolução industrial

A Primeira revolução - resumo para compreensão da matéria

Introdução

A Revolução Industrial teve início no século XVIII, na Inglaterra, com a mecanização dos sistemas de produção. Enquanto na Idade Média o artesanato era a forma de produzir mais utilizada, na Idade Moderna tudo mudou. A burguesia industrial, ávida por maiores lucros, menores custos e produção acelerada, buscou alternativas para melhorar a produção de mercadorias. Também podemos apontar o crescimento populacional, que trouxe maior demanda de produtos e mercadorias.
Pioneirismo Inglês

Foi a Inglaterra o país que saiu na frente no processo de Revolução Industrial do século XVIII. Este fato pode ser explicado por diversos fatores. A Inglaterra possuía grandes reservas de carvão mineral em seu subsolo, ou seja, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas à vapor. Além da fonte de energia, os ingleses possuíam grandes reservas de minério de ferro, a principal matéria-prima utilizada neste período. A mão-de-obra disponível em abundância (desde a Lei dos Cercamentos de Terras ), também favoreceu a Inglaterra, pois havia uma massa de trabalhadores procurando emprego nas cidades inglesas do século XVIII. A burguesia inglesa tinha capital suficiente para financiar as fábricas, comprar matéria-prima e máquinas e contratar empregados. O mercado consumidor inglês também pode ser destacado como importante fator que contribuiu para o pioneirismo inglês.
Avanços da Tecnologia

O século XVIII foi marcado pelo grande salto tecnológico nos transportes e máquinas. As máquinas à vapor, principalmente os gigantes teares, revolucionou o modo de produzir. Se por um lado a máquina substituiu o homem, gerando milhares de desempregados, por outro baixou o preço de mercadorias e acelerou o ritmo de produção.
Locomotiva da época da Revolução Industrial Locomotiva: importante avanço nos meios de transporte

Na área de transportes, podemos destacar a invenção das locomotivas à vapor (maria fumaça) e os trens à vapor. Com estes meios de transportes, foi possível transportar mais mercadorias e pessoas, num tempo mais curto e com custos mais baixos.
A Fábrica
As fábricas do início da Revolução Industrial não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições das fábricas eram precárias. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e chegava-se a empregar o trabalho infantil e feminino. Os empregados chegavam a trabalhar até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, décimo terceiro salário, auxílio doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade.
Reação dos trabalhadores 
Em muitas regiões da Europa, os trabalhadores se organizaram para lutar por melhores condições de trabalho. Os empregados das fábricas formaram as trade unions (espécie de sindicatos) com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos empregados. Houve também movimentos mais violentos como, por exemplo, o ludismo. Também conhecidos como "quebradores de máquinas", os ludistas invadiam fábricas e destruíam seus equipamentos numa forma de protesto e revolta com relação a vida dos empregados. O cartismo foi mais brando na forma de atuação, pois optou pela via política, conquistando diversos direitos políticos para os trabalhadores.
Conclusão
A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram conseqüências nocivas para a sociedade. 
Até os dias de hoje, o desemprego é um dos grandes problemas nos países em desenvolvimento. Gerar empregos tem se tornado um dos maiores desafios de governos no mundo todo. Os empregos repetitivos e pouco qualificados foram substituídos por máquinas e robôs. As empresas procuram profissionais bem qualificados para ocuparem empregos que exigem cada vez mais criatividade e múltiplas capacidades. Mesmo nos países desenvolvidos tem faltado empregos para a população.

Introdução

A Revolução Industrial teve início no século XVIII, na Inglaterra, com a mecanização dos sistemas de produção. Enquanto na Idade Média o artesanato era a forma de produzir mais utilizada, na Idade Moderna tudo mudou. A burguesia industrial, ávida por maiores lucros, menores custos e produção acelerada, buscou alternativas para melhorar a produção de mercadorias. Também podemos apontar o crescimento populacional, que trouxe maior demanda de produtos e mercadorias.
Pioneirismo Inglês

Foi a Inglaterra o país que saiu na frente no processo de Revolução Industrial do século XVIII. Este fato pode ser explicado por diversos fatores. A Inglaterra possuía grandes reservas de carvão mineral em seu subsolo, ou seja, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas à vapor. Além da fonte de energia, os ingleses possuíam grandes reservas de minério de ferro, a principal matéria-prima utilizada neste período. A mão-de-obra disponível em abundância (desde a Lei dos Cercamentos de Terras ), também favoreceu a Inglaterra, pois havia uma massa de trabalhadores procurando emprego nas cidades inglesas do século XVIII. A burguesia inglesa tinha capital suficiente para financiar as fábricas, comprar matéria-prima e máquinas e contratar empregados. O mercado consumidor inglês também pode ser destacado como importante fator que contribuiu para o pioneirismo inglês.
Avanços da Tecnologia

O século XVIII foi marcado pelo grande salto tecnológico nos transportes e máquinas. As máquinas à vapor, principalmente os gigantes teares, revolucionou o modo de produzir. Se por um lado a máquina substituiu o homem, gerando milhares de desempregados, por outro baixou o preço de mercadorias e acelerou o ritmo de produção.
Locomotiva da época da Revolução Industrial Locomotiva: importante avanço nos meios de transporte

Na área de transportes, podemos destacar a invenção das locomotivas à vapor (maria fumaça) e os trens à vapor. Com estes meios de transportes, foi possível transportar mais mercadorias e pessoas, num tempo mais curto e com custos mais baixos.
A Fábrica
As fábricas do início da Revolução Industrial não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições das fábricas eram precárias. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e chegava-se a empregar o trabalho infantil e feminino. Os empregados chegavam a trabalhar até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, décimo terceiro salário, auxílio doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade.
Reação dos trabalhadores 
Em muitas regiões da Europa, os trabalhadores se organizaram para lutar por melhores condições de trabalho. Os empregados das fábricas formaram as trade unions (espécie de sindicatos) com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos empregados. Houve também movimentos mais violentos como, por exemplo, o ludismo. Também conhecidos como "quebradores de máquinas", os ludistas invadiam fábricas e destruíam seus equipamentos numa forma de protesto e revolta com relação a vida dos empregados. O cartismo foi mais brando na forma de atuação, pois optou pela via política, conquistando diversos direitos políticos para os trabalhadores.
Conclusão
A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram conseqüências nocivas para a sociedade. 
Até os dias de hoje, o desemprego é um dos grandes problemas nos países em desenvolvimento. Gerar empregos tem se tornado um dos maiores desafios de governos no mundo todo. Os empregos repetitivos e pouco qualificados foram substituídos por máquinas e robôs. As empresas procuram profissionais bem qualificados para ocuparem empregos que exigem cada vez mais criatividade e múltiplas capacidades. Mesmo nos países desenvolvidos tem faltado empregos para a população.

Introdução 
A Segunda Revolução Industrial aconteceu na segunda metade do século XIX e representou um aprimoramento técnico e científico da Primeira Revolução Industrial da segunda metade do século XVIII.
Principais características da Segunda Revolução Industrial:
- Forte desenvolvimento tecnológico aplicado, principalmente, às indústrias elétrica, química, metalúrgica, farmacêutica e de transportes;
- Época de importantes invenções (veja relação abaixo) tecnológicas que melhoraram muito a qualidade de vida das pessoas e ajudaram a aumentar a produção das indústrias;
- Estados Unidos e Alemanha despontam como grandes potências industriais e econômicas, juntos com Inglaterra e França;
- A população urbana passa a ser maior do que a rural na Europa, O êxodo rural é motivado pelos empregos gerados nas indústrias das cidades;
- Utilização do gás e petróleo como combustíveis e fontes importantes de geração de energia. O carvão mineral começa, aos poucos, ficar em segundo plano;
- Uso da energia elétrica na iluminação urbana, residencial e industrial;
- Utilização do sistema de linha de produção nas indústrias.

Principais invenções tecnológicas deste período:
- Prensa móvel
- Motor de combustão interna
- Telefone
- Rádio
- Autofalante
- Fita elétrica
- Furadeira elétrica
- Microfone
- Gramofone
- Refrigerador
- Filme fotográfico
- Antena
- Cinema
- Automóvel
- Lâmpada elétrica
- Fonógrafo
- Válvula eletrônica
- Raio X

Assistam e entandam como o homem virou máquina a partir da primeira Revolução industrial, e como até hoje estamos incorporados a máquinas. Um exemplo disso é o celular ou computador que virou uma extenção de nosso corpo.

Como dizia Chaplim, "homem tú não és máquinas, homem é o que sois."



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Para as 8ª séries As Revoltas Regencias

Revoltas Regenciais - Causas, Resumo

Revoltas Regenciais No Brasil, História, Causas, Revoltosos



Guerra dos Farrapos


O que foram
Guerra dos Farrapos
As Revoltas Regenciais foram rebeliões que ocorreram em várias regiões do Brasil durante o Período Regencial (1831 a 1840). Aconteceram em função da instabilidade política que havia no país (falta de um governo forte) e da condição de vida precárias da população pobre, que era a maioria naquele período.
Principais revoltas regenciais:
Cabanagem (1835 a 1840)
- Local: Província do Grão-Pará
- Revoltosos: índios, negros e cabanos (pessoas que viviam em cabanas às margens dos rios).
- Causas: péssimas condições de vida da população mais pobre e domínio político e econômico dos grandes fazendeiros.
Balaiada (1838 a 1841)
- Local: Província do Maranhão
- Revoltosos: pessoas pobres da região, artesãos, escravos e fugitivos (quilombolas).
- Causas: vida miserável dos pobres (grande parte da população) e exploração dos grandes comerciantes e produtores rurais.
Sabinada (1837 a 1838)
- Local: Província da Bahia
- Revoltosos: militares, classe média e pessoas ricas.
- Causas: descontentamento dos militares com baixos salários e revolta com o governo regencial que queria enviá-los para lutarem na Revolução Farroupilha no sul do país. Já a classe média e a elite queriam mais poder e participação política.
Guerra dos Farrapos (1835 a 1845)
Local: Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual RS).
Revoltosos: estancieiros, militares-libertários, membros das camadas populares, escravos e abolicionistas.
- Causas: descontentamento com os altos impostos cobrados sobre produtos do sul (couro, mulas, charque, etc.); revolta contra a falta de autonomia das províncias.
Revolta dos Malês (1835)
- Local: cidade de Salvador, Província da Bahia.
- Revoltosos: escravos de origem muçulmana.
- Causas: os revoltosos eram contrários à escravização, à imposição do catolicismo e às restrições religiosas.
Outras revoltas regenciais:
- Carneiradas, em Pernambuco, 1834-1835.
- Revolta do Guanais, na Bahia, 1832-1833.
- Insurreição do Crato, no Ceará, 1832.
- Abrilada, em Pernambuco, 1832.
- Setembrada, em Pernambuco, em 1831.
Novembrada, em Pernambuco, em 1831.
Revolta de Carrancas, em Minas Gerais, em 1833.
Revolta de Manuel Congo, no Rio de Janeiro.
Rusgas, no Mato Grosso, 1834.
Setembrada, no Maranhão, em 1831.

O que foram

As Revoltas Regenciais foram rebeliões que ocorreram em várias regiões do Brasil durante o Período Regencial (1831 a 1840). Aconteceram em função da instabilidade política que havia no país (falta de um governo forte) e das condições de vida precárias da população pobre, que era a maioria naquele período.


Principais revoltas regenciais:

Cabanagem (1835 a 1840)

- Local: Província do Grão-Pará

- Revoltosos: índios, negros e cabanos (pessoas que viviam em cabanas às margens dos rios).

- Causas: péssimas condições de vida da população mais pobre e domínio político e econômico dos grandes fazendeiros.

Balaiada (1838 a 1841)

- Local: Província do Maranhão

- Revoltosos: pessoas pobres da região, artesãos, escravos e fugitivos (quilombolas).

- Causas: vida miserável dos pobres (grande parte da população) e exploração dos grandes comerciantes e produtores rurais.

Sabinada (1837 a 1838)

- Local: Província da Bahia

- Revoltosos: militares, classe média e pessoas ricas.

- Causas: descontentamento dos militares com baixos salários e revolta com o governo regencial que queria enviá-los para lutarem na Revolução Farroupilha no sul do país. Já a classe média e a elite queriam mais poder e participação política.

Guerra dos Farrapos (1835 a 1845)

- Local: Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual RS).

- Revoltosos: estancieiros, militares-libertários, membros das camadas populares, escravos e abolicionistas.

- Causas: descontentamento com os altos impostos cobrados sobre produtos do sul (couro, mulas, charque, etc.); revolta contra a falta de autonomia das províncias.

Revolta dos Malês (1835)

- Local: cidade de Salvador, Província da Bahia.

- Revoltosos: escravos de origem muçulmana.

- Causas: os revoltosos eram contrários à escravização, à imposição do catolicismo e às restrições religiosas.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Para as 8ª séries, continuação da história do Brasil, depois da posse de D. Pedro II

Eleições do Cacete é o termo popular para definir o pleito realizado em 13 outubro de 1840, transição do período Regencial para o Segundo Reinado, que teve como governante D. Pedro II, recém instituído imperador do Brasil após o

D. Pedro II
D. Pedro II
Para auxiliar o novo imperador do país, foi instaurado o Ministério da Maioridade, de orientação liberal,conhecido como o Ministério dos Irmãos, pois era formado, entre outros, pelos irmãos Antônio Carlos e Martim Francisco de Andrada e os irmãos Cavalcanti, futuros Viscondes de Albuquerque e de Suassuna.
No entanto, enquanto o ministério era liberal, a câmara contava com a maioria conservadora, o que dificultava a aprovação das decisões ministeriais. Para resolver o impasse, ela foi dissolvida e novas eleições convocadas.
O pleito foi marcado por fraudes e  uso de violência física. Para garantir a vitória do Partido Liberal, o governo alterou todo o processo eleitoral nomeando novos presidentes para as províncias e substituindo chefes de polícia, juízes de direito e oficiais superiores da Guarda Nacional de orientação conservadora.
Capangas contratados pelos liberais invadiram os locais de votação para coagir eleitores e ameaçar de morte adversários políticos. As eleições de 13 de outubro de 1840 deram vitória aos liberais e ganharam o lema irônico: “para os amigos pão, para os inimigos pau”.
A volta dos liberais ao governo, no entanto, não durou muito tempo. O agravamento da Guerra dos Farrapos, no Sul, a pressão inglesa para a extinção do tráfico negreiro, a extrema violência com que foi conduzido o processo eleitoral, além das irregularidades e fraudes, provocaram a destituição da Câmara recém-eleita pelo imperador. D. Pedro II. Um novo Ministério foi formado em março de 1841, contando com membros ligados ao Clube da Joana e ao Partido Conservador.
Com o retorno ao poder, os conservadores buscaram concluir as mudanças “regressistas” que foram interrompidas com o Golpe da Maioridade. Entre as medidas destacam-se o restabelecimento do Conselho de Estado, que havia sido extinto pelo Ato Adicional de 1834, e a reforma do Código do Processo Criminal.
O Regresso, como ficou conhecido o movimento conservador, teve como fase áurea o ano de 1841, quando entrou em vigor a Lei nº 261, de 3 de dezembro. Ela transformou-se em um instrumento político de dominação capaz de dar vitórias esmagadoras ao governo, estivesse no poder o partido conservador ou liberal.
A disputa entre liberais e conservadores seria uma das características de todo o segundo reinado. Apesar dos confrontos, ambos os partidos eram de origem aristocrática e possuiam mais semelhanças que diferenças, por isso, o político do período imperial Hollanda Cavalcanti cunhou a emblemática frase: “Nada mais parecido com um saquarema [conservador] do que um luzia [liberal] no poder”.

Prof. Patricia Sanches Bom Estudo!!!

Para o alunos de 5ª série conteúdo O que é História?

       

COMO PODEMOS CONHECER A HISTÓRIA? (5ª série ) 

São várias as maneiras pelas quais nós podemos conhecer a História de um grupo ou uma sociedade. Podemos utilizar desde canções, lendas, pinturas, esculturas, fotografias, filmes, poesia, arquitetura, as roupas que usavam. Todos esses vestígios nos ajudam a contar a história de um povo.





Se muitas coisas da vida das pessoas interessam a História e fazem parte dela, então, todos os homens e as mulheres fazem história. Todos somos sujeitos históricos.

QUEM PRODUZ O CONHECIMENTO HISTÓRICO? O TRABALHO DO HISTORIADOR

O papel do historiador é investigar o passado, para que as pessoas do presente possam saber como viviam, pensavam, sentiam, desejavam, as pessoas de outras épocas.

O historiador pode pesquisar o passado mais remoto ou o passado mais recente. Para realizar seu trabalho ele precisa de documentos históricos – que também chamamos de fontes históricas.

QUEM FAZ A HISTÓRIA? O SUJEITO HISTÓRICO

 
Aprendemos que todas as pessoas que fazem parte de uma sociedade – crianças, jovens, adultos, mulheres, homens, pobres, ricos - constroem a História.

Quando convivemos com a família e com os grupos sociais, quando tomamos decisões, acreditamos em algo, participamos da história. Por isso, somos chamados de sujeitos históricos.

Você também é um sujeito histórico. Pense nas atividades que você faz durante o dia, nos lugares que frequenta, nas pessoas com quem você se relaciona… Você está escrevendo a sua própria história e participando da história de outras pessoas!

POR QUE ESTUDAR HISTÓRIA?
“História é uma das muitas áreas do conhecimento, como a biologia, a matemática, a física e a química. É dedicada, porém, ao estudo dos acontecimentos realizados pelos mais diferentes indivíduos e grupos sociais no decorrer do tempo. Em outras palavras, destina-se à compreensão do passado: das mudanças e permanências ocorridas nas mais diversas sociedades do mundo.

Estuda, por exemplo, como as pessoas de antigamente conceberam e utilizaram ferramentas para transformar a natureza, como expressaram suas idéias; como se organizaram política e economicamente; que soluções deram para os problemas cotidianos; de que modo lutaram para ampliar seus direitos.

Na história, porém, não se estuda apenas o passado. Também (e fundamentalmente) se estuda o presente, o mundo em que vivemos. História e memória se parecem. Ninguém se lembra de tudo, todo o tempo. Em casa instante, a memória recupera o passado aquilo que interessa e tem importância para solucionar um problema; resolver um aspecto prático do dia a dia; satisfazer um desejo ou um capricho.

A história segue o mesmo caminho. O ponto de partida é sempre o presente. Diante da realidade vivida, como a desigualdade social no Brasil ou o trabalho infantil, vira-se para o passado. A idéia, porém, não é buscar justificativas para o presente, mas perceber que aquilo que nos parece eterno um dia já foi bem diferente.

A história nos auxilia a perceber que tudo pode ser mudado. Torna o indivíduo crítico, ativo em relação ao mundo que o cerca. A pobreza no Brasil, a permanência da escravidão, as relações desiguais entre homens e mulheres, a persistência do racismo: para tudo isto existem alternativas.

E construímos estas alternativas estudando as sociedades e a vida das pessoas do passado. Conhecendo experiências: como as pessoas de antigamente, diante de situações semelhantes ou distintas, escolheram seus caminhos e construíram o mundo em que viveram.

A história nos mostra como as pessoas de antigamente lidaram com suas questões. Não se trata de julgar se estavam certas ou erradas. Também pouco de repetir o passado. Mas apenas de analisar antigas experiências para tomar nossas próprias decisões, escolher nossos caminhos, estabelecer alternativas, tornar-nos sujeitos da história.”

                                                                                          Bom Estudo !! Prof. Patricia Saches