terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Para os alunos dos 1º anos

Filosofando com a Sociologia:


Thomas Hobbes (1588/1679)

Para o filósofo inglês da Idade Moderna, o "Homem é o lobo do Homem".
No que ele chama de "Estado de Natureza", os homens são perfeitamente iguais, desejam as mesmas coisas e têm as mesmas necessidades, o mesmo instinto de auto-preservação.
Por isso, o estado natural é conflito..é guerra...
As guerras existem porque as pessoas querem as mesmas coisas...
Como adquirir a paz?
Apenas através de um Contrato, um pacto formal entre pessoas iguais que renunciam suas liberdades em troca de tranquilidade.
Pelo contrato as pessoas desejam o Bem Comum ..isso é feito através do Direito Positivo que se mantém pelo legislativo.
Hobbes pertence ao período filosófico chamado de "Contractualismo", período onde filósofos acreditaram que apenas um Contrato, um acordo coletivo faria o homem evoluir...

- Vc concorda que as pessoas precisem de um pacto universal para que o Estado seja pacífico? Ou...por esse prisma..o mundo precisa de um único pacto?
- As pessoas são iguais na base natural?
- Nossos instintos nos tornam agressivos? É o conforto da tecnologia e da civilização que nos mantém além dos instintos?
- É instintivo que uns tenham mais poder que outros? O mais forte?
- A Constituição seria um exemplo de Pacto?

O homem literalmente se "mata" para ter dinheiro, status, sucesso e poder consumir, mas e a qualidade de vida?
 
 
 
Leia para tirar sua dúvida do assunto e responda: Na sua concepção porque o homem é o lobo do home?

Para os alunos da 8ª séries

Vamos fazer uma breve revisão:

Assunto: Período Regencial, Noite das garrafadas
             Regencia Una
             Golpe da Maioridade


A Noite das Garrafadas foi uma conturbação que antecedeu a saída de D. Pedro I do governo.
Ao longo da colonização do Brasil, observamos que as relações e diferenças entre a metrópole e a população colonial promoviam uma situação de oposição que, em alguns momentos, se estendeu a uma disputa entre brasileiros e portugueses. A Guerra dos Mascates, por exemplo, exprimiu bem esse tipo de situação, quando os fazendeiros de Olinda se voltaram contra os comerciantes portugueses do Recife. No período joanino, vemos que essa mesma situação se manteve.
Quando alcançamos a nossa independência, vimos que essa rivalidade se preservava na figura do próprio D. Pedro I. Em diversas ocasiões o imperador, de descendência portuguesa, se envolveu com assuntos da antiga metrópole e tomou decisões que muitas vezes colocavam em dúvida o seu compromisso junto aos interesses da nação que comandava. Vários de seus ministros eram portugueses e muitos desses defendiam irrestritamente o fortalecimento da autoridade imperial no país.
Alcançando os últimos anos do império, vemos que essa situação de desconfiança e crítica ao imperador se agravou quando Líbero Badaró, jornalista de tendência liberal e ferrenho opositor de D. Pedro I, foi misteriosamente assassinado. Em pouco tempo, o incidente foi tomado pela população como um desmando do imperador. Mediante a conturbada situação, D. Pedro I organizou uma comitiva em busca de apoio e prestígio em outras províncias do território.
Dirigindo-se primeiramente a Ouro Preto, em Minas Gerais, a comitiva imperial foi hostilizada com as portas das casas fechadas e cobertas por mantos negros. Transtornado com a represália, D. Pedro resolveu voltar à capital do império. Nesse meio tempo, os portugueses que viviam na cidade do Rio de Janeiro decidiram organizar uma festa de boas-vindas ao imperador. Por meio dessa ação, os lusitanos pretendiam reforçar o seu já conhecido apoio aos atos do governante.
A notícia do evento deixou os brasileiros incomodados com uma homenagem para uma figura política tão somente questionada. Desse modo, começaram a hostilizar os portugueses chamando os mesmos de “estrangeiros” ou bradando “morte aos pés de chumbo”. Em pouco tempo, as ofensas se transformaram em uma enorme e violenta baderna entre portugueses e brasileiros pelas ruas da cidade. Atacando os lusitanos com garrafas, cacos e pedras, o evento acabou conhecido como “A noite das garrafadas”.
Do ponto de vista político, esse foi um dos últimos eventos que antecederam a retirada de D. Pedro I do cenário. Antes disso, o imperador ainda tentou contornar a situação ao promover a eleição de um ministério formado somente por brasileiros. Contudo, a medida acabou não perdurando e novas manifestações contra o imperador o forçaram a abdicar do trono brasileiro.


 Período Regencial


Câmara dos Deputados: centro das disputas políticas do Período Regencial.
Toda a agitação política do governo de Dom Pedro I culminou em sua rápida saída do governo durante os primeiros meses de 1831. Surpreendidos com a vacância deixada no poder, os deputados da Assembleia resolveram instituir um governo provisório até que Dom Pedro II, herdeiro legítimo do trono, completasse a sua maioridade. É nesse contexto de transição política que observamos a presença do Período Regencial.

Estendendo-se de 1831 a 1840, o governo regencial abriu espaço para diferentes correntes políticas. Os liberais, subdivididos entre moderados e exaltados, tinham posições políticas diversas que iam desde a manutenção das estruturas monárquicas até a formulação de um novo governo republicano. De outro lado, os restauradores – funcionários públicos, militares conservadores e comerciantes portugueses – acreditavam que a estabilidade deveria ser reavida com o retorno de Dom Pedro I.

Em meio a tantas posições políticas, a falta de unidade entre os integrantes da política nacional em nada melhorou o quadro político brasileiro. As mesmas divergências sobre a delegação de poderes políticos continuaram a fazer da política nacional um sinônimo de disputas e instabilidade. Mesmo a ação reformadora do Ato Adicional, de 1834, não foi capaz de resolver os dilemas do período.

Umas das mais claras consequências desses desacordos foram a série de revoltas deflagradas durante a regência. A Sabinada na Bahia, a Balaiada no Maranhão e a Revolução Farroupilha na região Sul foram todas manifestações criadas em consequência da desordem que marcou todo o período regencial.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola


O golpe da maioridade

 
A chegada de um jovem imperador ao poder em meio às disputas políticas de uma época.
A chegada de um jovem imperador ao poder em meio às disputas políticas de uma época.
Ao longo do período regencial, a disputas entre as tendências políticas promoveram a instalação de um clima instável. De um lado, os liberais defendiam a concessão de maiores liberdades aos governos locais com a criação de poderes legislativos e a eleição de assembleias regenciais. Por outro, os conservadores entendiam que a manutenção de um sistema político centralizado era pressuposto fundamental para que a unidade territorial e política fossem seguramente preservadas.

Em meio a essa contenda, os liberais atingiram uma primeira vitória ao aprovarem o chamado Ato Adicional, em 1834. Pela emenda, as províncias poderiam organizar as suas próprias assembleias legislativas. Contudo, apenas seis anos mais tarde, os conservadores deram sua reposta com a Lei Interpretativa do Ato Adicional. Segundo o novo texto, os direitos das assembleias locais seriam tolhidos e o Poder Executivo central teria maiores atribuições.

Paralela a essa concorrência política, várias províncias foram palco de violentas rebeliões que respondiam ao desmando e à crise econômica que se perfilavam no país. Nesse contexto, ficava mais difícil a sustentação da hegemonia conservadora nos principais cargos regenciais. Já em 1839, políticos liberais arquitetaram um movimento defendendo a antecipação da maioridade de Dom Pedro II, que então possuía apenas quatorze anos de idade.

A intenção dos liberais era a de apoiar a chegada de D. Pedro II ao governo, aproveitando de sua inexperiência para assumir importantes funções políticas. No início de 1840, o político liberal Antônio Carlos de Andrada e Silva criou o chamado Clube da Maioridade. Com o apoio da imprensa, a proposta de antecipação ganhou as ruas da capital e incitou algumas manifestações de apoio popular. Para muitos, a imagem jovem e instruída de D. Pedro II representava um tentativa de ordenação política e social.

O movimento não sofreu oposição dos conservadores, que poderiam ser facilmente acusados de repúdio ao regime monárquico. Em maio de 1840, um projeto de lei apresentado à Câmara realizou o pedido de antecipação da maioridade de Dom Pedro II. No dia 23 de julho, com expressa concordância do jovem monarca, o fragilizado governo conservador aprovou a medida. Naquele momento, o Segundo Reinado inaugurou uma das mais extensas fases de nossa história política.

Bom Estudo!!! Prof. Patricia

            

Olá Alunos da Escola Belmiro

Durante o ano de 2014 eu Professora de História Patricia Sanches estarei trabalhando com vocês.

As turmas: 5ª série V 1


                 8ª series V1  V2  e  V3


                 1º ano V6 Com Filosofia e Sociologia



A interne será uma ferramenta de estudo para nós alunos. O Blog Estudando História será nosso contato para dúvidas, vídeos, textos e correções de atividades.



Que Tenhamos um ano proveitoso.

Prof. Patricia Sanches - História - Filosofia e Sociologia

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Recuperação de História

ALUNOS FIQUEM ATENTOS AS DATAS DA RECUPERAÇÃO TRIMESTRAL DE HISTÓRIA.

Avaliação vale 40 pontos.


AVALIAÇÃO PARA AS 7ª SÉRIES:

DIA: 11/12

ASSUNTO: PÁGINAS 256 A 269, MAIS ATIVIDADES DO CADERNO E CORREÇÕES DO BLOG.




AVALIAÇÃO PARA AS 8ª SÉRIES:  8ª 1 e  3   dia 09/12
                                                            8ª 2 dia 11/12


ASSUNTO: PÁGINAS 208 A 260, DAR MAIOR ATENÇÃO AO PERÍODO DO FIM DO MILITARISMO E GOVERNOS LULA. ESTUDAR ATIVIDADES DO CADERNO E CORREÇÕES DO BLOG.


BOM ESTUDO      PROFESSORA PATRICIA SANCHES HISTÓRIA

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Bota a Baixo e Revolta da Vacina assuntos que estudamos este trimestre 7ª séies

Vejam o vídeo e comentem no caderno!

Keep walking, Brasil. Campanha internacional que reconhece o crescimento econômico do nosso país. 8ª

Correção para 7ª série 2013 terceiro trimestre

Capitulo 1: O Crescimento Urbano

Verifique o que aprendeu (página 258):

1 – A insatisfação com o trabalho nas fazendas; as dificuldades para comprar terras; os desentendimentos com os fazendeiros; oportunidades de trabalho nas cidades.

2- Locais por onde passavam os produtos que seriam exportados pelos portos.

3- Porque havia grandes centros urbanos em outras regiões do país cujas atividades econômicas não eram voltadas para a indústria.

4 – Desenvolvimento dos transportes, da arquitetura, da iluminação e saneamento básico.


Atividades (página 259):


1- Os lucros obtidos com as exportações de produtos agrícolas, principalmente com o café, foram muitas vezes investidos nas indústrias, impulsionando as atividades fabris. Muitos barões do café tinham negócios nas fazendas e nas cidades.

2 – Em geral, houve maior concentração urbana nas regiões Sudeste e Sul. Essa concentração pode ser explicada pelo grande número de imigrantes europeus e asiáticos que desembarcaram nessas regiões, pelos altos lucros obtidos com a cafeicultura e pelo crescimento industrial verificado nessas regiões.

3 –
a) Uma rua movimentada, com muitos pedrestes e um bonde cortando-a ao meio. Placas indicam os negócios praticados e as promoções. Os homens usam terno e chapéu. Os prédios que aparecem não são muito altos. Não há automóveis. Há vários fios de eletricidade.

b) O bonde, o trilho, os fios de energia elétrica, o calçamento das ruas e o adensamento populacional.

4-
a) A vida nos grandes centros urbanos implicou uma rotina estafante. As extenuantes jornadas de trabalho e o ritmo imposto pela produção econômica em ambientes insalubres foram causa de inúmeras doenças.

b) A modernidade que se anunciou sob o signo da velocidade, na passagem do século XIX para o XX, celebrou os produtos energéticos ( a exemplo do café) e os tônicos fortificantes. Na atualidade, isso não se alterou, ao contrário, sua divulgação intensificou-se.



Capítulo 2: A Capital Federal


Verifique o que aprendeu (página 262):

1 – O projeto de modernização das cidades brasileiras seguiu os modelos de urbanização de cidades européias. Eram meras cópias urbanísticas e arquitetônicas, sem levar em conta as necessidades brasileiras. Palacetes e construções grandes e suntuosas conviviam com cortiços, habitações coletivas com pouca circulação de ar ou luminosidade e precárias condições de higiene.
2 - Reurbanização da cidade para melhorar a circulação viária e eliminar epidemias e doenças.
3 – Foram abertas e alargadas ruas e avenidas, prédios antigos foram demolidos e construídos novos, foram extintos becos e vielas e demolidos os cortiços. Além disso, perseguiram-se prostitutas e mendigos e era proibido urinar e escarrar em locais públicos.
4 – Fatores: a população não foi devidamente esclarecida sobre a vacina e o governo aplicou-a de modo violento e descuidado; o clima de tensão que pairava devido ao “bota-abaixo”.



Atividades (página 263):

1-
a) Ficavam perto do trabalho, “a dois passos da obrigação”.
b) Uma “terra encharcada e fumegante”, onde havia “umidade quente e lodosa”.
c) Por uma necessidade. Os baixos salários não permitiam que as pessoas humildes alugassem ou comprassem um imóvel para viver.

2-
a) O conflito entre agentes vacinadores, liderados por Oswaldo Cruz, e populares, revoltados com sua obrigatoriedade.
b) As tropas da vacinação obrigatória, lideradas por Oswaldo Cruz, têm seringas e lancetas nas mãos. Os populares revoltosos, tanto na rua como nas janelas das casas, atiram ou erguem objetos de uso doméstico, como jarras, colheres, garfos, serrote, etc.
c) Resposta pessoal.

3- As favelas surgiram com a remodelação da cidade, ocasião em que os cortiços da região central foram demolidos por ordem das autoridades do Rio de Janeiro. Desalojados e sem ter para onde ir, os moradores começam a construir casebres nas encostas dos morros cariocas, usando os destroços do “bota-abaixo”.